Os impactos da lei LGPD certamente virão e de maneira mais forte para as pequenas e médias empresas, já que não possuem tantos recursos tecnológicos como as grandes corporações, mas precisam se adaptar igualmente.

Em 14 de agosto de 2018 foi criada a lei LGPD no Brasil. A sigla representa o seu nome que é Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais.

Em primeiro lugar ela determina de que forma os dados das pessoas podem ser coletados e como eles devem ser tratados e armazenados. Da mesma forma, cria também punições para os transgressores como o pagamento de indenização.

Apesar de já ter sido sancionada, ela entra em vigor a partir de fevereiro de 2020. Esse tempo foi dado para que as empresas possam começar a se preparar para assegurar os dados dos seus clientes de acordo com o que determina a lei.

Confira abaixo quais são esses impactos e como se preparar da melhor forma para eles!

1. Será necessário maior manipulação dos dados

Será necessário ter muito mais atenção na hora de manipular os dados, ou seja, tratar dos dados dos clientes que estão na sua empresa. Afinal de contas, qualquer pequeno erro que, de qualquer forma, exponha a pessoa, a sua empresa poderá pagar uma pesada indenização. O valor pode chegar a R$ 50 milhões!

Assim, pode ser necessário contratar especialistas no assunto ou, de maneira mais prática, terceirizar o serviço para outra empresa.

2. É preciso obter o consentimento

Nenhum dado do seu cliente poderá ser coletado sem o consentimento explícito dele. Sendo assim, sendo na internet ou na loja física, além do mais será preciso criar um documento no qual o cliente consente oferecer seus dados de maneira voluntária ao seu negócio.

3. Você terá que oferecer outras opções

De acordo com a lei, o cliente pode pedir à empresa para acessar as informações dele no seu banco de dados. Inclusive, você terá que criar meios para que o cliente possa, a qualquer momento, apagar todas as informações dele da sua empresa.

O cliente deverá enviar uma solicitação para acessar esses dados e esta deverá ser encaminhada de volta em até 15 dias.

Sob o mesmo ponto de vista, esse pode ser um problema para as empresas que armazenam os dados dos clientes em locais diferentes. Certamente, haverá muito mais trabalho e burocracia. Dessa maneira, a recomendação é que todos os dados estejam em um só local.

4. Geração de relatórios

Da mesma forma, a partir da entrada da lei em vigor, a empresa precisará gerar um relatório chamado de Relatório de Impacto à Proteção de Dados Pessoais. Em resumo ele, deverá aparecer a descrição dos tipos de dados que foram coletados pelas empresas, a metodologia utilizada, o motivo, entre outras informações.

5. Você deverá contratar especialistas

Sim, a lei obriga que, dentro das empresas, exista um Comitê de Segurança da Informação que tem como principal papel analisar os dados e se certificar de que tudo está sendo feito de acordo com a lei. Dessa forma haverá um profissional especializado que ficará responsável por fiscalizar a empresa.

Uma outra opção com melhor custo-benefício é contratar empresas que especialistas no assunto. Afinal de contas, contratar um profissional como CLT, gera um alto custo para a empresa. Outro motivo é que administrar o seu negócio e ainda ter que se certificar de que tudo está indo conforme manda a lei, pode ser uma tarefa desgastante.

Certamente foi útil as informações contidas nesse artigo, sendo assim compartilhe estas informações sobre impactos da lei LGPD no Brasil nas suas redes sociais e ajude outras pessoas! Entre em contato com a gente para mais informações.